Acordo.
Meu primeiro instinto é estender minha mão para o
criado mudo e alcançar meu celular. Na barra de notificações, consta apenas
alguns e-mails inúteis e nenhuma mensagem sua. Vou ao banheiro e depois, tomo o
café da manhã. Retorno ao quarto, onde meu celular ainda estava no criado mudo.
E nada. Sem mensagens sua.
Tomo banho e troco de roupa para ir ao trabalho. Antes
de sair de casa, acho melhor apenas confirmar se alguma mensagem havia chegado.
Nada.
Demoro cerca de 1h30 para chegar ao trabalho. Assim
que eu entro no prédio, o wifi conecta automaticamente e meu telefone vibra.
Recebo uma mensagem. Mas não era sua. Era apenas de um pessoal no grupo da
faculdade esbravejando sobre demora na liberação das notas.
Entro na minha sala, ligo o computador e pego um copo
de água. Quando retorno à mesa, confiro novamente o celular e há uma mensagem.
Do meu chefe, informando que iria se atrasar para chegar ao trabalho.
Quando percebo, já é hora do almoço. Deixo meu celular
dentro da minha bolsa e vou almoçar.
No retorno do almoço, consigo deter a ansiedade de
checar novamente as mensagens e escovo os dentes.
A tarde passa rapidamente silenciosa. Já é 17h e
durante a tarde eu não olhei meu celular uma vez sequer.
Pego-o de dentro da minha bolsa e olho. Nenhum
resquício de mensagens.
Desligo o computador, fecho a porta da sala e tranco a
porta principal do prédio. Me encaminho até o ponto de ônibus e espero. Após 2h
de percurso, eu estou em casa.
Abro o portão, a porta e passo pelos cômodos até
chegar ao meu quarto. Tranco a porta, coloco meu celular no criado mudo, tomo banho e troco
de roupa. Assisto um filme, e depois mais outro, e outro, e outro. Me dou conta
que já são meia noite e olho novamente meu celular.
Nada.
Mais um dia se passa igual a todos os outros.
Eu espero e você nunca vem.
Caio no sono pensando nos porquês da vida.
Durmo.
Acordo.
Meu primeiro instinto é estender minha mão para o
criado mudo e alcançar meu celular. Na barra de notificações, consta apenas
alguns e-mails inúteis e nenhuma mensagem sua. Vou ao banheiro e depois, tomo o
café da manhã. Retorno ao quarto, onde meu celular ainda estava no criado mudo.
E nada. Sem mensagens sua.
Tomo banho e troco de roupa para ir ao trabalho. Antes
de sair de casa, acho melhor apenas confirmar se alguma mensagem havia chegado.
Nada.
Demoro cerca de 1h30 para chegar ao trabalho. Assim
que eu entro no prédio, o wifi conecta automaticamente e meu telefone vibra.
Recebo uma mensagem. Mas não era sua. Era apenas de um pessoal no grupo da
faculdade esbravejando sobre demora na liberação das notas.
Entro na minha sala, ligo o computador e pego um copo
de água. Quando retorno à mesa, confiro novamente o celular e há uma mensagem.
Do meu chefe, informando que iria se atrasar para chegar ao trabalho.
Quando percebo, já é hora do almoço. Deixo meu celular
dentro da minha bolsa e vou almoçar.
No retorno do almoço, consigo deter a ansiedade de
checar novamente as mensagens e escovo os dentes.
A tarde passa rapidamente silenciosa. Já é 17h e
durante a tarde eu não olhei meu celular uma vez sequer.
Pego-o de dentro da minha bolsa e olho. Nenhum
resquício de mensagens.
Desligo o computador, fecho a porta da sala e tranco a
porta principal do prédio. Me encaminho até o ponto de ônibus e espero. Após 2h
de percurso, eu estou em casa.
Abro o portão, a porta e passo pelos cômodos até
chegar ao meu quarto. Tranco a porta, coloco meu celular no criado mudo e troco
de roupa. Assisto um filme, e depois mais outro, e outro, e outro. Me dou conta
que já são meia noite e olho novamente meu celular.
Nada.
Mais um dia se passa igual a todos os outros.
Eu espero e você nunca vem.
Caio no sono pensando nos porquês da vida.
Durmo.
Acordo.
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